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sexta-feira, 17 de abril de 2009

NA GIBITECA EU LI:

TAKEZO

A batalha de vida ou morte. Inshun é o mais forte samurai que Takezo enfrentou. No primeiro confrontou Inshun levou a melhor, achei que Takeso não ia suportar. Até que ele foge, e se depara com um velho num vilarejo, velho este que passa a ensinar a Takeso a lutar com a mente, o espírito. Esse velho é o mestre de Inshun seu adversário. Nessa batalha é um duelo de poucos golpes, a concentração é o forte nesse segundo confronto. Takeso lembra dos seus encinamentos e vence a batalha.

segunda-feira, 6 de abril de 2009

NA GIBITECA EU LI:

TAKEZO

De todas as histórias de super-herói que conheci até hoje, essa é a que mais me surpreendeu. Posso falar que pela sua coragem, a sua simplicidade a sua verdade consigo mesmo, sua forma de agir diante o problema, Takezo, é pra mim, o mais forte de todos. Seu poder, é a sua alto confiança, sua força vem do seu interior, seu olhar amedronta quem cruza a sua frente. Sua vontade de se tornar o maior de todos, é o que Takezo carrega consigo desde pequeno. Sempre viveu sozinho, não teve a presença do seu pai como um amigo, e se escondeu nas montanhas afogando suas mágoas e buscando se distanciar de todos. O que acho mais legal nele é que no fundo, ele é um cara de sentimentos e que seu ódio é fruto de uma infância infeliz.

sábado, 4 de abril de 2009

NA GIBITECA EU LI:

TAKEZO

Que força tem esse incrível selvagem lutador. Takezo é um exemplo de superação e objetividade. Sua força maior está contida em seus sentimentos, sua trajetoria de vida. Ele não demostra ter medo do perigo. Está a procura do maior dos lutadores para enfrentálo e provar que ele é o maior de todos.

sábado, 21 de março de 2009

NA GIBITECA EU LI:

vagabond


Continuando a minha leitura da coleção Vagabond, venho a cada gibi, adentrando cada vez mas na leitura. O legal é que um, complementa a próxima história. É uma linguagem muito compreensiva para o leitor. A história de Takezo, é muito sofrida. Lutar e se tornar o mais forte de todos os lutadores, é o seu objetivo. Estou aprendendo na história dele, que através da nossa força de vontade, podemos conseguir vencer, e ser feliz.

sexta-feira, 20 de fevereiro de 2009

NA GIBITECA EU LI:

Assim como prometi estou continuando a leitura da coleção Vagabond. Conclui a leitura do Volume 2 " A História de Musachi", fiquei ainda mais encantado com essa obra japonesa. Esse volume da continuidade a história do volume 1. Takezo teve um trauma na infância por conta da ausência da sua mãe, sendo assim criado por seu pai, um homem pouco carinhoso, que não estabelece laços com seu único filho. Ele tinha a floresta como sua morada, meio pelo qual se isolava da sua comunidade. Com seus treze anos de idade ele matou um homem em um duelo, tornando concreta a bravura idealizada na sua mente, se auto - denominando um insuperável, um imbatível. Essa ação provocou medo nos moradores de sua aldeia, o que acarretou no distancianmento de todas essas pessoas do pequeno e grande Takezo.

sábado, 14 de fevereiro de 2009

NA GIBITECA EU LI:

A história do samurai dos samurais, obra de Takehiko Inoue. Fiquei encantado com o mangá, antes de ler a primeira vez falava pra mim mesmo que não ia conseguir ler, a forma como tem que ser lido de trás pra frente, tinha a impressão de me perder na leitura. Nesse meu primeiro contato com o mangá fui me familiarizando, o interessante é como o mangá instiga o leitor, e faz com que o leitor faça parte da história. Uma das coisas que me chamou atenção é a visualidade, os desenhos altamente qualificados, feito com a técnica de Nanquim. O mangá tem uma linguagem muito compreensiva, e é capaz até fazer gostar de ler uma pessoa que não tenha muita afinidade com a leitura. Esse foi o meu primeiro mangá lido e vou terminar toda a coleção do Vagabond. Belíssima arte criada pelos Japoneses e que tem um mercado muito amplo aqui no nosso Brasil.

quinta-feira, 7 de agosto de 2008

NA GIBITECA EU LI:

A MOÇA QUE NAMOROU COM O BODE

Cordel de Ari evaldo lima. Ilustração: Klévisson viana.
Nas brenhas do Ceará Nos cafundós do sertão Morava uma cachimbeira E um bode de estimação. Essa famosa parteira Que tinha saber profundo Trazia, com suas mãos, Os inocentes pro mundo (mas também Dona Zefinha Com o chá da cabacinha Fazia trabáio imundo). Conhecia toda planta- jiló, juá, pepaconha (preparou muita cilada Mode impatá a cegonha). Digo pruquê fiz estudo: Só pecado cabeludo Tinha a véia sem vergonha! Mas vâmo dexá a Zefa Com seu chá de cabacinha Móde mostrá a famia Dessa partêra mesquinha. Essa aqui toda coquete, Cum seu jeitim de vedete, É sua fia chiquinha. Para narrar esse causo Pelas escadas da régua,Vou amostrá o cabôco Que vivi coaquela égua. Apresento aos pessoá Esse véio radicá Que é sêo Chico Berduégua.

sexta-feira, 1 de agosto de 2008

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Ken Parker Ranchero
Ken Parker. Esse gibi é ótima aventura de parker e pat o shane, ao comprar um terreno baldio, os dois são enganados pelo vendedor. entram numa tremenda encrenca! Ken parker é obrigado a lutar boxe, com um profissional para poder ganhar uma boa quantia em dinheiro. e ter a fazenda tão desejada pela menina pat o shane. O que acho legal nesse grande aventureiro, é o que ele mesmo falou. Não sou um herói e muito menos um mártir. Quis apenas ser livre para agir segundo meus princípios.

sexta-feira, 11 de julho de 2008

NA GIBITECA EU LI:

Guillermo Mordillo

Pesquisei na gibiteca sobra a obra de Guillermo Mordillo.
É um autor veterano, nascido em Buenos Aires em 1932, tendo exercido actividade nos mais diversos domínios, com destaque para a publicidade e para a animação. Da publicidade terá retido a capacidade de síntese e de produzir a máxima informação no mais curto espaço de tempo; da animação a expressividade das suas personagens e a universalidade das situações - Mordillo não necessita de traduções para ser compreendido em qualquer parte do mundo, dada a simplicidade dos códigos a que recorre.
O legal é que ele tem uma linguagem bem simples, e uma característica própria. Seus desenhos são todos de uma mesma forma! De pequenos seres com grande nariz. Outro ponto legal que achei nas suas publicações é até onde a sua imaginação nos leva, com suas obras.

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quinta-feira, 5 de junho de 2008

NA GIBITECA EU LI:

A CIDADE QUENTE
Um bando com os mais habilidosos ladrões do mundo do crime pretende assaltar uma cidade inteira. É claro que Ken Parker está de passagem e se envolve em muita confusão. Ele já vem de uma bela jornada junto a menina pat shane, em busca de encontrar os familiares da menina!
O que eles encontram é um bando de bandidos que estão planejando assaltar toda cidade!
Ken Parker é envolvido nessa confusão cheia de mistério, e muito tiroteio.
Já vou começar ler o outro capitulo para saber como é que vai terminar essa história.
O legal dessa coleção é que uma revista complementa a outra.

quinta-feira, 29 de maio de 2008

NA GIBITECA EU LI:

Estou lendo na gibiteca, a coleção KEN PARKER: Acho muito legal a forma como o Millazzo e o Berardi, criaram esse personagem que é diferente de todos os outros erois! KEN PARKER é de todos os que conheço, o mais humano. A sua forma de agir diante os fatos, se tornam mais real as histórias, e de uma maneira mais envolvente acaba envolvendo o leitor na história, como se estivesse vivendo a aventura. Acho que é o seu sentimentalismo, a sua busca pela verdade, o seu carater, que faz com que seja uma das melhores história em quadrinho de todos os tempos.
Com as suas aventuras, eu aprendo a ter mais calma na hora do imprevisto, a analisar melhor os problemas. Ficar de olho bem aberto a tudo que nos rodeia, e casar a melhor forma para se sair de um problema. Estou gostando da coleção, e recomendo a você ler também.

sexta-feira, 23 de maio de 2008

NA GIBITECA EU LI:,



Fagin o judeu é uma obra prima de um dos grandes nomes das histórias em quadrinhos, Will Eisner. Eisner recupera um personagem de Oliver Twist, conta-nos a sua história e as ligações com o protagonista da obra de Charles Dickens. É uma narrativa que conta a história de Fagin, um judeu que vai com seus pais para Londres e vive uma vida de muito sacrifício. É uma critica em relação ao povo judeu, que é excluído da sociedade, e não tem as oportunidades de uma vida melhor. O menino Fagin é um garoto esperto, desde de cedo aprende com o pai, grandes truques: como ser bom vendedor, como sobreviver na rua. O menino tinha um sonho, estudar e ser alguém na vida. Para isso precisava de uma oportunidade, alguém que lhe desse uma chance. Tudo fica mais difícil quando ele perde seu pai, e sua mãe, ainda garoto. E dessa história fico pensando:Quantos Fagin estão espalhados nesse mundo? Vivendo nas ruas, sem oportunidades de estudo, sem ter um lar, uma família bem unida? Essa história é um clássico de todos os tempos.

sexta-feira, 18 de abril de 2008

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CHOSEN O ELEITO DO SENHOR
Pesquisando esses dias na gibiteca da fundação, encontrei esse gibi! CHOSEN o eleito do senhor! Conta a historia de Jodie Christianson, um garoto de 12 anos ele sobrevive depois de ser esmagado por um caminhão. As pessoas começam a imaginar e a suspeitar, que o menino é Jesus Cristo redivivo cuja missão é preparar a humanidade para o Apocalipse.
Me envolvi completamente nessa historia. Uma das coisas que achei mais legal no gibi é que no final, tem uma conversa do roteirista Mark Millar, e o desenhista, Peter Gross. Falando todo processo de como foi feito esse projeto. Já pensou no mundo globalisado de hoje, como seria se Cristo voltasse a viver na terra? Gostei muito da criatividade do Mark Millar e as ilustrações do Peter. Vou procurar outras edições desses profissionais, que nos deixam fascinados cada vês mais por quadrinhos. Gostei tanto que criei até uma música, um fank inspirado no gibi. Ela vai estar no novo show que estamos montando para fazermos uma turnê. Até mais meus amigos!

quinta-feira, 29 de novembro de 2007

NA GIBITECA EU LI:,



Olá pessoal, venho estudando na gibiteca da Casa Grande, há historia de Ken Parker! O roteiro é de Giancarlo berardi, e desenhos de Ivo milazzo. O interessante é que, o primeiro episódio, o rifle cumprido, os outros é tudo uma continuação da história. E isso é legal porque faz com que o leitor busque em saber mais e mais dos outros episódios. Quando começo ler Ken Parker, é como se agente passasse por todas suas aventuras! Os desenhos de Ivo milazzo, são verdadeiras fotografias, ele é muito detalhista! Complementa o belíssimo roteiro de Giancarlo Berardi. De todos os episódios que já li, caçada no mar, e terra branca. São duas histórias que Parker sofre muito! Ele é deportado como escravo para um caçador de baleias. Sua situação é de desespero ao saber que a a viagem onde está vai demorar pelo menos um ano. Muito sofrimento, ele passa, mais sua força, e coragem é maior que tudo que passa pela sua frente.

sexta-feira, 28 de setembro de 2007

NA GIBITECA EU LI:,


Estou estudando dois grandes nomes do gibi, são eles Ivo Millazzo, e Giancarlo Berardi! São eles os criadores de Ken Parker! Um western criado na Italia em 1974, baseado em um filme com robert redford, esse personagem mudou o conceito de quadrinhos publicados até então!

ele erá apelidado de rifle cumprido divido ao seu inseparável arkabuz kentucky, usado na Revolução Francesa. Essa arma foi herdada de seu avô! O que eu acho legal no kenparker, é a forma dele agir diante dos problemas. Antes de mim avênturar nas suas histórias, um amigo meu ficava me falando. Cara o Kenparker é muito legal, suas Histórias, e etc. e eu vinha lêndo outro grande personagem, o Tex! aí eu falava pra ele. Esse parker é muito é mole, num dar um chá para o tex! E ele dizia mais um monte de coisas esculhanbando o tex heheheheheh! mais ele é diferente dos outros heróis é mais humano, demonstra seus centimentos, e tem uma missão com o seu pôvo! estou gostando muito, o gibi vem almentando minha visão das coisas da vida através de histórias como a de Kenparker!

NA TV CASA GRANDE EU PRODUZI:

Essa semana na Fundação Casa Grande no programa de comunicação no laboratório da TV Casa Grande, continuo a fazer trilhas para os videos. Dessa vêz a trilha foi composta para o vídeo sobre o seu Expedito Seleiro, um artesão da nossa cidade bastante conhecido pelo seu traballho. Para compor essa trilha, fui até a casa do seu Expedito observar a sua dinãmica de trabalho, conversar sobre os objetos, ferramentas, as máquinas utilizadas por ele. E foi fazendo esse exercício de observãção que trabalhei a música em cima de um ritmo produzido no manejo de uma de suas máquinas de costura. O compasso é 2/4 um baião! Usei os seguintes instrumentos: Muringa, Violão, e Baixolão. Espero que todos possam ver o vídeo e apreciar a trilha.