sábado, 28 de fevereiro de 2009

NA BIBLIOTECA EU LI:

O PEQUENO PRÍNCIPE

O que chama a atenção logo na capa, é que parece ser um livro para crianças. Onde na verdade o conteúdo do livro, mergulha profundamente, além do pensamento e entendimento de uma criança sobre as coisas. Antes de ler o livro, já tinha assistido o filme. E o legal, é que fazendo a leitura, estava também, fazendo uma leitura visual dos personagens. Escrito pelo autor, jornalista, e piloto francês Antoine de Saint Exupéry. Foi escrito em 1943, um ano antes de sua morte. É um livro de muitos ensinamentos. Você viaja junto com o principizinho, e aprende lições que vão ficar para sempre em nós.

Só se vê bem com o coração. O essencial é invisível aos olhos.
Esse é apenas um, de tantos outros ensinamentos do Pequeno Príncipe.

NA DVDTECA EU ASSISTI:

O PIANISTA

Quando a 2ª Guerra Mundial eclodio em 01/09/1930, Varsóvia foi um dos primeiros alvos nazistas. Os alemães lançaram um política brutal contra a população judia. O filme retrata bem a postura empregada pelos nazistas, a rigidês, a violência, e todo o autoritarismo contra os judeus. Mais entre os horrores da perseguição, Wladyslaw Szpilman é um polonês cuja carreira de pianista está em pura ascensão e vê a sua vida mudar-se quando ser judeu vira sinônimo de ser nada. Uma incrível jornada de superação em busca da sobrevivência. O pianista me ensinou que não devemos desistir jamais dos nossos sonhos, e lutar pela nossa vida.

sexta-feira, 20 de fevereiro de 2009

NA INTERNET EU ACESSEI:

DUCHAMP

Duchamp é um dos artistas mais conceituados da arte contemporânea do século xx. É considerado pelos historiadores, como o Picasso da modernidade. Ele era pintor, e buscava sempre em sua obra, renovar, criar algo novo. Não se remetia nunca ao passado em termos de criação o presente era o olhar de Duchmp. Expressou na sua arte a total liberdade, a inovação quebrando com o conceito de beleza, e os padrões estéticos na arte em seus períodos anteriores. Ele foi um dos responsáveis a levar a arte contemporânea para a América, A sua presença na história da arte, moderna amplia os territórios e a natureza do fenômeno artístico.

NA DVDTECA EU ASSISTI:

Meninos não Choram
Meninos não choram é um drama, e conta a história de Teena Brandon, que passa a reivindicar uma nova identidade masculina na cidade de Falls Cite. Ela passa a criar uma própria imagem masculina de si mesma, e se apaixona pela sua colega Lana. É uma história triste pelo fato de como termina. A trajetória de Teena nos mostra o quanto a nossa sociedade é preconceituosa, e nos coloca a pensar. Porque as pessoas não podem ser felizes da sua maneira e entender que cada um tem o direito de viver com quem quiser, e como quiser? O filme me remeteu a refletir sobre esses questionamentos, e essa posição ignorante da sociedade.

NA GIBITECA EU LI:

Assim como prometi estou continuando a leitura da coleção Vagabond. Conclui a leitura do Volume 2 " A História de Musachi", fiquei ainda mais encantado com essa obra japonesa. Esse volume da continuidade a história do volume 1. Takezo teve um trauma na infância por conta da ausência da sua mãe, sendo assim criado por seu pai, um homem pouco carinhoso, que não estabelece laços com seu único filho. Ele tinha a floresta como sua morada, meio pelo qual se isolava da sua comunidade. Com seus treze anos de idade ele matou um homem em um duelo, tornando concreta a bravura idealizada na sua mente, se auto - denominando um insuperável, um imbatível. Essa ação provocou medo nos moradores de sua aldeia, o que acarretou no distancianmento de todas essas pessoas do pequeno e grande Takezo.

NA TV CASA GRANDE EU PRODUZI:

Essa semana na Fundação Casa Grande no programa de comunicação no laboratório da TV Casa Grande, continuo a fazer trilhas para os videos. Dessa vêz a trilha foi composta para o vídeo sobre o seu Expedito Seleiro, um artesão da nossa cidade bastante conhecido pelo seu traballho. Para compor essa trilha, fui até a casa do seu Expedito observar a sua dinãmica de trabalho, conversar sobre os objetos, ferramentas, as máquinas utilizadas por ele. E foi fazendo esse exercício de observãção que trabalhei a música em cima de um ritmo produzido no manejo de uma de suas máquinas de costura. O compasso é 2/4 um baião! Usei os seguintes instrumentos: Muringa, Violão, e Baixolão. Espero que todos possam ver o vídeo e apreciar a trilha.